sábado, outubro 28, 2006

Will.I.Am.Everywhere

Cheguei recentemente a uma brilhante conclusão: Will.I.Am (aquele tipo dos Black Eyed Peas) é uma espécie de deus, dotado do dom da omnipresença.
Duvidam? Então encontrem uma música nos tops em que ele não apareça. Se quiserem eu espero, mas só porque a minha cadeira é muito confortável.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Fashion Victim

Gabardines, parkas, sobretudos, anoraks, kispos, blazers, impermeáveis, blusões, corta-ventos...

É impressão minha, ou podiam simplesmente chamar tudo de "casaco"?

sexta-feira, outubro 20, 2006

As televendas que não são "Tele" e provavelmente não são vendas

Qual é a lógica de agora estarem à venda no El Corte Inglés os produtos das televendas?

Escolhas difíceis

Hoje no ginásio, deparei-me com uma difícil escolha enquanto fazia exercício: ver as Pussycat Dolls bem-despidas ou o resumo do grande jogo Besiktas - Newcastle na Eurosport. Os outros gajos que lá estavam foram ao molho para a frente da televisão que estava a dar Eurosport. Foi só por isso que fiquei a babar para as Pussycat Dolls. Só, apenas e exclusivamente isso.

quarta-feira, junho 14, 2006

Dr. Casa?

Se pensarmos bem, a grande maioria dos médicos portugueses é muito parecida ao Dr. House. São convencidos como ele, preguiçosos como ele e antipáticos como ele. Só é pena que as semelhanças não incluam o facto dele efectivamente saber tratar das doenças e ser eficiente.

Feira do Livro

Fui finalmente à Feira do Livro de Lisboa deste ano. Alguns detalhes interessantes:
- Os stands mais cheios de gente eram os que tinham banda desenhada e, imagine-se, o da FNAC (porque no meio de tantas editoras, o sítio lógico para se estar é o stand que NÃO É de uma editora);
- Quando lá fui estava a haver uma sessão de autógrafos com a Agustina Bessa Luís - na fila para receber um autógrafo estavam 7 pessoas; na fila da barraquinha dos gelados estavam 10;
- Continua a haver um stand inteiro só daquela Enciclopédia Luso Brasileira - há mesmo gente que compre isso?;
- Estava imensa gente lá a andar pelo parque Eduardo VII pelo meio dos stands, mas a parar mesmo nos stands? - nem um terço dos que lá estavam...será que não arranjam sítio melhor para passear com os miúdos ou será que simplesmente querem fazer de conta que são cultos?;
- Faço tantas críticas e ainda assim a única coisa que comprei na Feira do Livro foi o DN de hoje!

Tens mãos livres e cara de parvo

Gosto muito de ver pessoas com aqueles auriculares de "mãos livres" para o telemóvel. Existem acessórios de dois tipos.
Primeiro há aqueles mais antiquados, com fios. Eu pelo menos nunca vi ninguém com as mãos livres quando usam esses acessórios. Se virem bem, qualquer pessoa que ande na rua com um desses, estará concerteza com uma mão a segurar na parte do fio que tem o microfone pois está convicto que não se ouve bem a sua voz, e com a outra a desembaraçar o fio. Ou seja, se antes tinha uma mão ocupada a segurar no telemóvel, agora tem duas! Estranho conceito de liberdade este...
Além destes, hoje em dia já é frequente vermos pela rua figuras como esta:


Ninguém me tira da cabeça que este aparato foi criado para os doentes mentais poderem passar por normais. Que outra desculpa haverá para vermos gente a andar pela rua a falar para o ar? Ainda para mais com aquele coiso enorme na orelha, que fica sempre muito fashion em qualquer um.

Só conheço uma unica situação em que se justifica o auricular, que é no escritório porque afinal de contas, há mesmo coisas para fazer e é preciso ter as mãos livres. Agora, porque raio é que andam na rua com isso? O telemóvel é assim tão pesado que não o conseguem aguentar com as mãos? Ah, e não me venham dizer que serve para quando se está a conduzir - dentro do carro um gajo a falar para o ar consegue ser tão ou mais ridiculo do que na rua, para não falar das vezes em que quase era atropelado por gajos que tão entretidos que estavam na conversa se esqueceram que há umas coisas chamadas passadeiras, e umas pessoas a quem chamam de peões que não é suposto eles passarem por cima...

quarta-feira, maio 31, 2006

É impressão minha...

...ou Lisboa está com demasiados insectos? É que quando ando na rua já parece que tenho problemas de vista de ver tantas pintas pretas a se mexer.

Publicidade Não Enganosa

Nos anúncios é-nos dito que a nova Luso Formas ajuda a reduzir o apetite, graças a umas fibras quaisquer que tem.
Bom, após experimentar a dita água, devo afirmar que de facto reduz o apetite, elimina mesmo. Não sei se é por causa das fibras, mas aquilo soube-me tão mal, mas tão mal, que de facto perdi o apetite, não fui capaz de comer mais nada.

terça-feira, abril 18, 2006

I ♥ TAP

Perante um anunciado atraso de 2 horas do meu vôo para Lisboa (que mais tarde vim a saber que era 3, após ficar quase 10 minutos em espera ao telefonar para as informações da TAP), dirigi-me ao balcão da TAP para pedir explicações. Em resposta, a mulherzita diz-me o seguinte:
"Ah, em compensação pelo atraso, pode apresentar o cartão de embarque no restaurante, e terá direito a um snack."
Um snack? Mas que snack era esse? Um bolinho ou um croquete.
3 horas perdidas. Um croquete. Justo, justo...

segunda-feira, dezembro 19, 2005

Top10 Frases Irritantes

10. "Olá, eu sou a Manuela Moura Guedes, e este é o Jornal Nacional" (dizem que esta não ouvimos mais, viva!)
9. "Você não vai querer perder este episódio da sua novela preferida..."
8. "Tem cartão MiniPreço?"
7. "A culpa é do sistema!"
6. "Ah e tal, não sei quê."
5. "Pois é, pois é, cá estamos..."
4. "Mas é que é já a seguir!"
3. "Tem cartão Jumbo?"
2. "Falam falam, falam falam, e eu não os vejo a fazer nada..."
1. (cantado) "A todos um bom Nata-a-a-a-al"

domingo, dezembro 11, 2005

Tácticas de Fuga

Ainda na onda das instituições de caridade...
Hoje, no Corte Inglés, estava a Liga Portuguesa contra o cancro (acho eu, eu baralho estas instituições todas) a pedir donativos. Ao lá chegar, eu, como de costume sem moedas no bolso (mania de usar o multibanco para tudo), tive de passar por 3 senhoras que lá estavam a recolher fundos, todas elas me perguntaram se eu queria contribuir, ao que eu, sem possibilidade de pagar com multibanco lá disse que não, o que é um bocado chato, enfim. Não posso andar sempre a dar donativos às instituições de caridade (não levem a mal, não sou assim tão mau, simplesmente se fosse a dar dinheiro a todos os que dele precisam, passava eu a ter de pedir dinheiro, por isso é preciso ser selectivo, mas acho que ainda assim contribuo para muitas destas coisas)... Ao passar ao lado de uma quarta dessas senhoras, ouvi uma conversa com alguém que queria dar um donativo:
- Aqui tem umas moedinhas para ajudar.
(A mulherzinha pega logo naqueles autocolantes)
- Não, não, não é preciso o autocolante!
- Ah, mas é melhor você levar o autocolante, assim as minhas colegas não o incomodam!

E assim surgiu-me uma ideia genial... (inserir musiquinha de anuncio das televendas) "Está farto de se deparar com instituições de caridade a pedir donativos? Sente-se culpado sempre que lhe vêm pedir um donativo e você não tem dinheiro nenhum para dar? Ou quer simplesmente poder ignorá-los descansado (seu ser humano mau e desprezivel!!!)? Temos a solução para si. O kit de autocolantes de instituições de caridade é aquilo que procura. Com os autocolantes de 20 instituições de caridade que costumam surgir nas suas idas ao supermercado, centro comercial ou local do género, poderá muito facilmente se escapar a este incómodo, bastando-lhe colar o autocolante respectivo na sua camisa ou camisola."

Eu comprava!...ou não...

PS: Não, eu não tenho piada nenhuma...

Marketing

Lembram-se da recolha de alimentos que houve há uns fins-de-semana atrás nos supermercados de todo o país?
Bem, eu como bom samaritano que sou contribui para a causa.
Umas horas depois de já ter contribuido com uns quantos pacotes de arroz e de massa, aquando de uma ida ao supermercado para comprar os bens necessários cá para casa, estava eu no Colombo, quando me apeteceu uma água com gás, daquelas com sabor a limão. Bem, dado que eu tava mesmo ao pé do Continente, decidi ir logo lá despachar isso, até era mais barato. Mas estava apressado, pois estava meio atrasado para um compromisso. Chegado à entrada, deparo-me com um dos voluntários do Banco Alimentar com os sacos da campanha (para quem não sabe, à entrada dos supermercados davam-nos uns sacos do banco alimentar, mesmo para separar as contribuições do resto das compras):
- (com um ar muito bem-disposto) Boa tarde! Quer contribuir para o Banco Alimentar?
- Eu...er...vou só fazer tipo...uma compra rápida.
- (já não tão bem-disposto) Vá lá, não custa nada!
- (com ar tão atrapalhado que mais parecia um criminoso em fuga) É que, bem, não tenho muito tempo. E, uhm, vou só comprar uma água...e, bem, estou com um bocado de pressa, percebe?
-(com ar de desdém, afastando-se) Certo, certo...

Bem, depois de ir buscar a água, ao passar pela caixa, já lá estava mais um miudo, voluntário do B.A. à espera de receber sacos para por lá nos carrinhos deles... Ao ver que eu não tinha saco nenhum para dar, olhou com igual ar de desdém para mim (ninguém me lixe, eles são treinados para fazer isso), e conforme eu me dirigia para fora do Continente, mais uns quantos olharam da mesma maneira como quem dissesse "Egoísta! Mau! Cruel!" . E pronto, lá conseguiram que eu mais tarde, com tamanho sentimento de pseudo-culpa fosse a um supermercado comprar mais umas quantas coisas para o B.A. ...

Isto sim, é marketing!

sexta-feira, agosto 12, 2005

O Toys'r'us de Mário Lino

Mário Lino - Papá! Papá! Compras-me aquele brinquedo?
Estado - Qual, o Aeroporto da Ota?
Mário Lino - Sim! Sim! Esse!
Estado - Mas tu não tens já um...o Aeroporto da Portela?
Mário Lino - Sim, mas 'tou farto daquilo. Vá lá, compras-me aquele?
Estado - Ai, não sei...É muito caro! E o teu outro aeroporto ainda funciona muito bem!
Mário Lino - Opá, mas eu já não gosto do outro. Os papás dos outros meninos andam a lhes dar aeroportos novos, porque é que não me dás um também?
*Mário Lino desata a chorar*

Estado - Pronto, pronto... Não chores mais, eu compro-te o brinquedo! (falando para si mesmo) Bolas, agora fico quase sem dinheiro para nada...
*Mário Lino avança para outra prateleira*
Mário Lino - Olha, papá! Um TGV!

Hi5

O que será que aquele tipo dos 475 amigos tem que eu não tenho?

quarta-feira, agosto 10, 2005

Il Santo Graal

Porque é que nos restaurantes italianos apenas existe um ou dois daqueles pimenteiros enormes, e apenas são controlados pelos empregados do restaurante? Será necessária licença para os usar? Ou serão objectos sagrados?

Televendas

Se me garantem que aquele cinto me faz perder gordura sem qualquer esforço, porque é que já anunciam que vem com o guia dietético incluído?

domingo, agosto 07, 2005

Sobre os ex-dirigentes dos partidos de direita...

- Hmm, o governo ideal com o Santana Lopes... Já estou a imaginar o parlamento todo iluminado com luzes a piscar, o presidente da assembleia era um DJ a pôr música. Até me parecia uma ideia gira.
- E o país?
- Pois, foi por isso que desisti da ideia.
(...)
- Epá, sinceramente, até atinava o Paulo Portas.
- Não vou com a cara desse gajo.
- Vá lá, mas se ele fosse tipo do PSD ou coisa assim, ele hoje era primeiro-ministro não achas?
- Pá, não sei...Sempre o achei um grande parvo.
- Mas não podes negar que ao menos o Paulo Portas sempre inspira mais confiança que o Santana!
- É verdade. Mas isso até um serial killer inspira mais confiança a nível político que o Santana.
- Bem visto...

quinta-feira, agosto 04, 2005

Um Ligeiro Exagero

Quando se tem sonhos em que somos membros de uma equipa de criminalistas a investigar um caso de homicídio, se calhar é sinal que andamos a ver demasiado CSI.

terça-feira, agosto 02, 2005

Distinção para o jantar

É quase impossível encontrar num restaurante chinês algum empregado que não seja chinês.

É quase impossível encontrar num restaurante italiano algum empregado que seja italiano.